Juventude Comunista preocupada com o desemprego
A Juventude Comunista Portuguesa (JCP) defende, em Comunicado de Imprensa, “que é necessário e urgente uma ruptura com a política de direita”. Os Jovens Comunistas responsabilizam os Governos do PS e do PSD, com ou sem coligação com o CDS, pelo facto de Beja continuar “a ser uma das regiões menos industrializadas e em que o salário médio sempre tem sido dos mais baixos”. A JCP lembra que o desemprego atinge cerca de 10 mil trabalhadores na região de Beja, sobretudo mulheres e jovens. No Comunicado enviado à Rádio Pax pode ler-se que “para além da Baixa Industrialização de Beja, os altos números do desemprego são motivados, no sector agrícola, pela sazonalidade da maioria das actividades ligadas a este sector”.
A JCP denuncia ainda a existência de “situações ilegais” no sector agrícola onde não são pagas contribuições para a segurança Social nem celebrados contratos de trabalho.
Os jovens comunistas frisam que o encerramento das Pirites Alentejanas atirou para o desemprego centenas de jovens e, apesar das promessas do Governo, a mina ainda não reabriu.
Face ao actual quadro de crise a JCP exige, de imediato: o reforço das prestações sociais do Estado, a revogação das normas do “mais gravosas” do Código do Trabalho e das Leis Laborais da Administração Pública. Os Jovens Comunistas reclamam ainda emprego com direitos, medidas de combate à precariedade, aumentos reais dos salários e a “manutenção e defesa” do aparelho produtivo nacional.
A JCP afirma que “só a luta é o caminho” e assegura que “tudo fará para mobilizar os jovens” para o protesto agendado pela CGTP dia 13 de Março e para a Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores de 28 de Março, em Lisboa.
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